compota de tomate

A reciclagem também se pode (e deve) fazer na cozinha e aproveitar alimentos que estão a ficar demasiado maduros é a perfeita desculpa para se fazer compota.

Um destes dias tivemos a sorte de receber uma boa quantidade de tomate. Por feliz coincidência, as nossas mães deram-nos tomate no mesmo dia e, de repente, já tínhamos uma quantidade maior  no frigorífico do que a nossa capacidade de o comer. Lembrei-me então de fazer compota. Eis como fiz:

Ingredientes:
2 kg tomates maduros
1 kg açúcar amarelo
1 pau de canela
1 limão

Depois de pelado, coloquei o tomate cortado aos bocados num tacho onde se foi encontrar com o açúcar. Incorporei-os bem.

Adicionei a canela e a casca de limão. O cheiro, nesta altura, é absolutamente divinal. Nem me passa pela cabeça fazer compota sem estes dois ingredientes cruciais.

Deixei ferver até ganhar consistência, mexendo frequentemente. O lume deve estar brando para não haver risco de pegar no tacho. Aproveitei este tempo para ler um livro enquanto um cheiro encantador invadia a minha cozinha e os meus sentidos.

E o resultado é este: cremoso e com uma cor maravilhosa.

Com o Outono instalado, ir para a cozinha fazer compota dá uma sensação de conforto muito agradável e também é um excelente presente para oferecermos a quem mais gostamos.

Customizar – parte 2

Peguei-lhe o gosto e agora só me apetece modificar a minha roupa. Acreditem ou não, comprei esta saia de propósito só para lhe acrescentar uma rendinha, tal como já tinha feito antes. Não por não gostar de saias brancas mas porque logo vi nela potencial  para ser customizada.
A renda é muito simples e romântica. Ainda tive para fazer duas tiras (uma outra abaixo desta) mas acabei por gostar mais da simplicidade de ter apenas uma. Eu gostei do resultado final. O que é que vocês acham?

Customizar

Uma saia comum, prática como gosto, de arrumação mais que simples: é só enroscar e “atirar” para dentro do armário. Apeteceu-me modifica-la, torna-la um bocadinho mais original.

Acrescentei uma renda (infelizmente, não feita por mim) e acho que ficou gira. Tem um ar vintage, não?

reciclar

A mesa era branca e bonita mas faltava-me dar-lhe um toque pessoal. A intenção também era protege-la das futuras aventuras que se vão passar lá em cima, assim passámos boa parte da tarde de sábado a forra-la com um oilcloth da Loja de estar.

Mas não pode haver processo de reciclagem sem um pouco de brincadeira e fotos de panos que voam no meio de gargalhadas. O resultado final foi do meu agrado, espero que continue a inspirar-me como até agora.