Mariazinha

Apresento-vos a Mariazinha. Ela está grávida e, pela cor do seu amor, é uma menina.

A Mariazinha não tem cara pois pode ser qualquer uma de nós: as mães e as mulheres que querem ser mães. As mulheres que já há muito tiveram no seu ventre uma criança e as mulheres que olham para o seu ventre, ansiosas para o verem crescer.

A Mariazinha é fruto de um impulso e talvez inspiração divina porque, quando dei por mim, ela já se apresentava à minha frente. Cheia de si. Cheia de amor para dar.

A Mariazinha nasceu das minhas mãos e sei que não está perfeita. Tenho que lhe limar umas arestas, ensinar-lhe a pentear os cabelos. Como qualquer outra mãe, devo dedicar-me a ela, incentivá-la, dar-lhe muito amor, para que possa crescer segura e feliz.

Mas, desculpem a falta de modéstia, e talvez isto seja típico das mães: estou tão orgulhosa da minha menina!

de meada a novelo

A vida é como um novelo. Não nasce perfeita nas nossas mãos. Forma nós constantemente. É necessário paciência para passar de meada a novelo, enrolando fio a fio, num movimento contínuo.

Estou empenhada em transformar os meus dias como se de um novelo se tratassem: consistentes, quentinhos e cheios de graça.

Pearl Jam – 20 anos

A 22 de Outubro de 1990, em Seattle, com o nome Mookie Blaylock, nasceram aqueles que são hoje conhecidos como PEARL JAM.

As últimas notícias dizem que este fim-de-semana vão tocar no Bridge School Benefit, na Califórnia, num evento organizado por Neil Young e destinado a ajudar crianças com deficiências graves.

Recentemente, o Eddie Vedder cedeu a sua música, “Better Days“, à banda sonora do filme Eat, Pray, Love.

Quem vai seguindo o meu blog, conhece a minha enorme paixão por eles.

Acho que ainda não consegui digerir a pausa numa altura em que deviam estar a comemorar com todos os fãs estes vinte anos de existência…

De qualquer forma, volto a dizer: Can´t find a betterband!

 

Equilíbrio

Já há muito tempo não ía sozinha a uma sala de cinema mas, pela história, estar comigo mesma fazia todo o sentido.

Gostei do filme mas devo confessar que mais por poder ver os locais de “perto”. Acho que esta foi a minha imagem preferida:

Não sei se quem nunca leu o livro iria perceber a verdadeira intenção da busca da personagem principal. Senti falta de uma data de pormenores do livro – a dificuldade que é fazer meditação, por exemplo – as passagens foram talvez demasiado rápidas e, no fim, disseram que a palavra da Liz era uma diferente do livro (não era attraversiamo).

De qualquer forma, valeu a pena mas prefiro realmente o livro e as lições que dele tirei, demasiado íntimas para revelar aqui. Mas partilho a mensagem principal e a música do Eddie Vedder, que ADORO:

“Balance is not letting anyone love you less than you love yourself.”